Dinâmica Vivencial
Simulação com dados e fichas que replica o design comportamental das Bets, em ambiente seguro e controlado.
Neurociência comportamental aplicada às Bets
Palestras e educação financeira informam. Mas o comportamento compulsivo não responde à informação, responde à experiência.
A Simulação Neurocomportamental é a única intervenção que coloca o colaborador dentro do mecanismo que ele precisa romper.
Por que informação não basta
Iniciativas baseadas em palestras partem de uma premissa racional: se o colaborador souber que jogar é prejudicial, ele parará.
Essa lógica ignora um princípio central da neurociência comportamental: o comportamento compulsivo não é governado pelo córtex pré-frontal, sede do raciocínio lógico.
Ele é controlado por circuitos subcorticais mais antigos e mais rápidos, especialmente o sistema dopaminérgico de recompensa, que opera abaixo do nível da consciência racional.
Dizer a alguém que o jogo é prejudicial enquanto ele está sob efeito do ciclo de recompensa dopaminérgica equivale a explicar os riscos do açúcar a alguém que está com fome.
A informação existe.
O sistema biológico prevalece.
Para mudar o comportamento, é preciso atuar no próprio mecanismo que o sustenta.
A intervenção
Por meio de um jogo com dados e fichas, estruturalmente idêntico ao design comportamental das plataformas de apostas, os colaboradores vivenciam na prática os mesmos mecanismos neurológicos que os tornam vulneráveis.
Simulação com dados e fichas que replica o design comportamental das Bets, em ambiente seguro e controlado.
Formato TED de 30 minutos dissecando o que acabou de acontecer no cérebro de cada participante.
Entrega pós-aplicação com principais achados e recomendações para a empresa.
Online · Via videoconferência · 45 minutos a 1 hora · Grupos de até 30 pessoas
Os 4 mecanismos que as Bets exploram
As plataformas de apostas foram desenvolvidas com base em décadas de pesquisa em neurociência do prazer. Seus mecanismos não são acidente, são design deliberado.
Mecanismo 01
Recompensas imprevisíveis em intervalos irregulares, o padrão de condicionamento mais resistente à extinção conhecido pela psicologia comportamental.
Mecanismo 02
A dopamina é liberada não pela vitória, mas pela antecipação dela. O jogador continua mesmo perdendo porque o prazer está no antes, não no resultado.
Mecanismo 03
Perder por pouco ativa o cérebro quase da mesma forma que ganhar, aumentando o impulso de continuar, não de parar.
Mecanismo 04
Após uma derrota, o cérebro não recua, arrisca mais. A lógica é: preciso recuperar. O resultado é sempre mais perda.
Fundamentação
Desafios em ambiente seguro estimulam novas conexões neurais ligadas ao autocontrole.
A resolução de desafios associa dopamina à conquista, não ao alívio imediato.
Decisões em grupo sob estresse controlado fortalecem o córtex pré-frontal.
Experiências emocionalmente envolventes são mais bem consolidadas e mais aplicadas na prática.
Entre em contato para entender como a Simulação Neurocomportamental pode ser aplicada na sua organização.